Using “Heads Up!” to Work with Grammar Points

Hello all!

Today’s post is particularly designed to English teachers. We’re dealing with the use of the famous app “Heads Up!” in the language’s classroom; however, being used in a different way: to enhance the teaching/learning of grammar points. Yes! It’s possible! Teaching grammar can be fun! 😉

To those who had never heard of “Heads Up!”, it is the fun and hilarious game from TV host Ellen DeGeneres. She generally plays it on her show, and you can play it with your family and friends. From naming celebrities, to singing, to silly accents — you have to guess the word on the card that’s placed on your head (it’s going to show on the screen of your mobile device) from your friends’ clues. All before the timer runs out!

It’s quite funny and students, in general, love when you take “Heads Up!” to class. It’s really entertaining.

In the video below, you’re going to see a different way to use “Heads Up!” in your classroom. I’m presenting you with one of the ways that I personally use it with my groups, as previously stated, to work with grammar.

The grammar point here is WISH, and I’ll give you a quick step-by-step of what I do and how you can build your own decks (according to the content you’re teaching) to use them with your students.

Click on the link below and enjoy the tip! 😉

↘️ If you like what you watch, don’t forget to like the video and subscribe to our channel to receive future tips in video format, all right? We’d also love to hear your feedback and ideas. Thanks in advance!

Using “Heads Up!” to Work with Grammar Points

Alexandra Simões Andrade.

(Revised by the #PalavrasNossas team)

Bob’s your Uncle (Is he? 🤔)

Olá a todos!

Hoje trazemos para vocês a expressão Bob’s your uncle. Já ouviram falar? Ah! Bob é seu tio? Não. Como expressão idiomática o significado será outro. Let’s take a look!

Muito usada no Reino Unido, essa expressão significa “there it is” ou “there you have it”. Em português, traduções possíveis seriam: “pronto”, “fechou”, “simples assim”, ou até mesmo o famoso “voilá”, que vem do francês. Tudo, claro, dependerá do contexto em que a expressão é usada. Deem uma olhada no exemplo da imagem abaixo.

Muitas vezes, de forma descontraída, falantes de inglês utilizam essa expressão junto de uma outra que serve como complemento para a primeira (and Fanny’s your aunt). Porém, o significado não muda.

You add two cups of water to the mix, heat it for five minutes and Bob’s your uncle and Fanny’s your aunt, the soup is ready.

“Acrescente duas xícaras de água à mistura, aqueça por cinco minutos e voilá, a sopa está pronta”.

Vejamos mais um exemplo na figura abaixo.

You see? A expressão é até esquisita para aqueles que não têm um tio chamado Robert, cujo apelido em inglês é Bob, mas a expressão é simples de entender e de usar. ☺️

Esperamos que vocês tenham gostado da dica!

See you!

Alexandra Simões Andrade.

(Revisão Equipe Palavras Nossas)

Minicurso sobre “Mobile-Learning” – Can you help me? 😉

Hello, everyone! Long time no see, huh? Hope this meets you all fine!

Esse post é, na verdade, um pedido de S.O.S. 😉

Queridos amigos/colegas professores, alunos que já estão trabalhando em sala de aula, ex-alunos de Letras, ou a quem mais possa interessar.

No ano passado, preparei e apresentei vários Workshops sobre MobileLearning ou Aprendizagem Móvel. Sim, foram alguns, acho que uns 6 ou 7, sendo que três deles foram apresentados fora do país (2 em Londres e 1 em Buenos Aires). 

Em cada um, procurei incluir aplicativos e atividades diferentes. Primeiro, e meio óbvio, para não cair na mesmice. Segundo, porque quando falamos sobre tecnologia, tudo fica obsoleto muito rapidamente. Mesmo disponibilizando aos participantes os slides e um hand-out que preparei para auxiliar nas atividades, muitos dos que assistiram, entraram (e ainda entram! 😳) em contato comigo, pois têm certa dificuldade na hora de “colocar a mão na massa” e preparar suas próprias atividades, de acordo com o conteúdo/livro que utilizam, ou seja, de acordo com suas necessidades. 

Por isso, estou pensando seriamente em montar um minicurso sobre o tema (M-Learning / Aprendizagem Móvel). Gostaria de contar com a ajuda de vocês através de respostas para duas perguntas que farei mais abaixo, certo? 😍

O que VOCÊ (professor ou futuro professor, seja dos contextos público e/ou privado, e/ou ambos) gostaria de encontrar num minicurso sobre M-Learning?

Algumas das ideias/sugestões que já recebi de colegas mais próximos contam com: 

-Uso de Google Cardboards em sala de aula. ✔️ (Com certeza, isso precisa entrar! Uso bastante, e é sucesso garantido com os alunos, além de poder ser usado com diferentes propósitos);

-Como preparar e utilizar Qr Codes com propósitos diversos em sala, até mesmo para auxiliar no feedback deixado para os alunos nos exercícios e nas provas que eles fizerem. ✔️ (Com certeza, também precisa estar presente no conteúdo. Aliás, as dicas sobre Qr Codes em sala estão mais atualizadas e frescas do que nunca 😉);

-Como preparar EMOJIGRAMS e utiliza-los como atividades de revisão, ice-breaker/warm-up, e (meu predileto) para auxiliar no ensino de “phrasal verbs” (aqueles que estão na unidade que você irá lecionar, claro! 😉). ✔️ (Esse também é um dos hits/queridinhos dos alunos no momento. Não dá pra ficar de fora!);

-Como preparar e usar “Rebuses” na sala, também para atividades diferenciadas, que buscam dinamismo e criatividade. Em outras palavras, uma forma interessante de “fugir da mesmice” que alguns Lesson Plans nos exigem/impõe. ✔️ (No semestre passado, foi sucesso com todas as turmas onde usei. Também vale a pena entrar!);

-Plataformas de Writing, que auxiliam tanto na escrita (e reescrita pelos alunos, sim, refiro-me aos famosos Drafts), quanto na correção do professor. ❓ (Será uma boa? Eu, particularmente, uso bastante e gosto muitíssimo! É uma mão na roda tanto para professores quanto para alunos. Mas, às vezes, quando falo sobre isso com alguns colegas, sinto-me meio solitária, como se ninguém tivesse ouvido falar e como se fosse utopia. Não é! Eu uso mesmo!);

Google Tour Builder como ferramenta educacional e que auxilia na habilidade da escrita dos alunos de forma motivadora. ❓(Seria este ainda um bom ponto a ser trabalhado? Novamente, uso todo semestre, mas já não está meio batido? Ou ainda tem gente que nunca usou e/ou não sabe do que se trata? Não sei a resposta! Daí fazer essas perguntas e pedir esse Help por aqui 🤷🏼‍♀️);

-Uso do Kahoot! para auxiliar na preparação de exames internacionais, exercícios de revisão, warm-up, exercício de verificação da aprendizagem, etc. ❓(Novamente em dúvida, pois embora ainda receba perguntas/dúvidas sobre COMO preparar/usar um Kahoot!, hoje em dia seu uso está bem mais divulgado. Não seria esse ponto “a bit overrated”? Novamente não sei o que pensar. No treinamento de professores dessa semana, ainda encontrei professores que nunca tinham ouvido falar sobre essa ferramenta 😳);

-Como preparar Games utilizando o “good old” PowerPoint; PORÉM, de forma diferente, dinâmica e criativa. E o mais importante: incluindo o conteúdo que VOCÊ (professor) irá trabalhar. ✔️ (Acho esse item também/ainda imprescindível. HOJE mesmo, num treinamento de professores, ouvi de uma potencial colega de trabalho, que está em sala há mais de 10 anos, que ela tem muitas dificuldades para preparar coisas “normais/simples” utilizando o PowerPoint“. A ideia aqui, obviously, é a de ensinar como usar tal ferramenta de forma mais incrementada e de acordo com a necessidade do professor; entretanto, acredito que mesmo os que têm dificuldades em usa-lo ou, digamos assim, menos/pouca/nenhuma experiência com o programa, sairiam lucrando).

E as perguntas principais, que irão me ajudar seguem abaixo: 

☑️ O que vocês acharam das sugestões já recebidas (listadas acima)? Qual a opinião de vocês? Devem entrar no programa do minicurso (todas) ou você(s) retiraria(m) alguma(s) dela(s)? Caso afirmativo, qual/quais?

☑️ Most important, há alguma sugestão de outros aplicativos/atividades que vocês incluiriam? Por exemplo, Quizlet, Padlet, and so on?

Bom, it goes without saying, que a intenção é a de não apenas demonstrar as atividades (e utiliza-las com os participantes, como comumente acontece em Workshops), mas mais importante, demonstrar e auxiliar os professores a prepararem/desenvolverem suas próprias atividades, adequando-as às suas necessidades/realidades. In other words… É para sair sabendo como fazer. 

E aí, guys? Será que vocês podem me ajudar? Please⁉️⁉️⁉️

Aproveito para agradecer desde já, e  informar que compreendo o quão corrida a vida de cada um aqui é. Entenderei caso ninguém (ou pouquíssimos) me responda(m). Vou chorar só um pouquinho em posição fetal e deitada na minha cama, mas vou entender e superar, ok? 😢
😂😂😂😂😂😂😂😂😂

Falando sério, obrigada mesmo, desde já! 
Alex. 😘

Enem 2018 – Dicas para a Parte de Língua Estrangeira (LE) 😉🍀

Olá, galera antenada no ENEM 2018! 😉

O post de hoje é direcionado a professores e ALUNOS; porém, se você vai fazer a prova do ENEM, as dicas que deixaremos aqui hoje, com certeza, serão mais significativas pra você (pelo menos, essa é a nossa expectativa).

“Teachers,” têm assunto pra vocês (ou melhor, nós) também, certo? 😉

Todas as vezes que converso com meus alunos sobre essa “tão traumatizante” prova (foi difícil escolher outro adjetivo que a qualificasse tão bem), e que a cada ano parece tornar-se mais complicada e difícil de se conseguir aprovação, muitos deles, pra não dizer a grande maioria, (ainda) “reclama” de muitos pontos. Vejamos alguns deles. Segundo os alunos:

▪ A prova é, em geral, muito cansativa, e a de Língua Estrangeira (doravante LE), especificamente, mais complicada, pois apresenta apenas textos e interpretação. Esperamos que a mudança ocorrida esse ano, de realizar a prova em dois domingos, melhore um pouco essa questão do cansaço, mas… não tem jeito, né? O próprio estresse gerado por uma prova como essa, deixa o candidato com a sensação de exaustão 😢;

▪ Muitos dos textos (quase todos) apresentam vocabulário específico e/ou técnico de determinada(s) área(s). Fato que pode vir a dificultar (e bastante) a compreensão dos mesmos por parte de alguns alunos. Cabe mencionar aqui, que até mesmo os alunos que estudam ou estudaram em escolas de idiomas durante anos de suas vidas também enfrentam dificuldades na prova de LE. Pois o tipo de vocabulário requisitado e testado no ENEM NÃO configura o vocabulário ou as funções do dia a dia, foco de ensino/aprendizagem de grande parte desse tipo de instituição – os chamados cursos que utilizam o Ensino Comunicativo de Línguas (ou “CLT – Communicative Language Teaching”);

▪ Alunos que estudaram em colégios públicos a vida toda e que passaram pela experiência de ter LE ano sim, ano não, por falta de professor ou qualquer outra situação, por exemplo, geralmente (e cobertos de razão), sentem-se inseguros para tentar fazer o ENEM. A parte de Língua Estrangeira, muitas vezes, é encarada por eles como “a parte a ser chutada” ou “a parte na qual não perderei tempo, pois não sei nada mesmo”.

Em relação aos tópicos mencionados acima, acreditamos poder ajudá-los com algum feedback e algumas estratégias, que se seguidas, podem vir a auxiliar no processo de interpretação e compreensão geral do texto. 😉

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DICAS PARA ANTES DA LEITURA

Leia o enunciado com atenção e certifique-se exatamente sobre o que a questão pretende de você. Cheque se há elementos tipográficos (ou visuais), pois se eles foram incluídos ao texto, certamente há uma razão para isso. Por exemplo, há alguma figura ou algum desenho próximo ao texto? O autor utilizou palavras em letra maiúscula ou em negrito? Tais escolhas geralmente se dão para chamar a atenção do leitor para algo importante sendo mencionado. Sublinhar tais palavras pode ser uma boa ideia.

✔️ Antes de iniciar a leitura em si, leia as questões sobre o texto e procure saber com antecedência o que você estará buscando quando começar a ler. Ao encontrar algo que você pensa ser uma das respostas, sinalize o parágrafo com um asterisco, estrela etc. de forma a verificar depois com mais rapidez. Lembre-se, no ENEM, “Time is (not only money, it’s) passing.”

DICAS PARA DURANTE/DEPOIS DA LEITURA

✔ Leia o texto de forma atenciosa, pelo menos duas vezes. Durante essas duas primeiras leituras, identifique a ideia geral do texto. Cabe dizer que, para que você compreenda tal ideia, você NÃO precisa traduzir palavra por palavra, como muitos alunos costumam pensar e até afirmar. Utilize estratégias de leitura (muito provavelmente, as mesmas que você utilizaria ao ler um texto em sua língua mãe). Circule as palavras que você não sabe o significado. Analise os parágrafos anterior e posterior. Utilize bom senso e seu conhecimento prévio. Quando iniciamos qualquer leitura, nunca partimos do zero. Sempre temos algo que já foi aprendido algum dia por nós e que pode nos auxiliar. Sempre há um ponto de partida.

✔️ Em relação ao vocabulário, circule as palavras transparentes (ou cognatos). Porém, fique de olho! Muitas vezes, a palavra parece ter certo significado e, na verdade, tem outro completamente diferente. É o caso dos falsos cognatos. Daí você pode perguntar: “Como reconhecer se tratar de um ou de outro?” Bom, em geral, o próprio texto fornecerá pistas que demonstrarão o contexto e o caso apropriado. 👀

✔️ Caso necessário, leia, releia e releia, e se julgar que pode ajudar, faça anotações sobre o que leu. Lembre-se: as respostas para as perguntas encontram-se ali: NO TEXTO!

✔ Não se esqueça de marcar suas respostas no cartão (de respostas) – local apropriado! Não corra o risco de ser desclassificado ou zerar uma parte da prova por falta de atenção.

P.S. para os Professores de Plantão!

Na tabela apresentada acima, há duas dicas que não se aplicam ao ENEM, especificamente. Entretanto, são ótimas dicas quando o assunto é leitura em geral, principalmente para se estudar para provas, e/ou realizar atividades escritas. São elas:

✅ Discutir o que foi compreendido do texto com outras pessoas da turma (através de grupos); 👍 e

✅✅ Após a discussão, ler o texto uma última vez de forma a fazer um resumo escrito do mesmo. 👍👍

• A discussão serviria como uma atividade de pré-escrita, que auxiliaria na interpretação e na compreensão de potenciais dúvidas dos alunos. Serviria também como forma de aquisição de vocabulário através do conhecimento prévio dos colegas, pois nesse tipo de atividade sempre ocorre troca de informações – um aprende com o outro. Há também a possibilidade de aprimoramento da habilidade da escrita, verificação da aprendizagem, colocação em prática do novo vocabulário adquirido etc. Tudo dependerá do motivo pelo qual tal atividade é elaborada e realizada pelo professor. 😉

Mas… Retornando ao foco principal do post: a prova do ENEM, esperamos ter ajudado (pelo menos um pouquinho) com as dicas que deixamos! E pedimos: contem pra nós! O que acharam do post? Seria uma honra aprimorarmos nossas dicas para o ano que vem através das opiniões de vocês! Ou seja, com #dicas de quem realmente está “quebrando a cabeça” e correndo atrás de uma vaga para o próximo semestre!

“Teachers”-amigos (que têm alunos que farão a prova esse ano), será que vocês poderiam nos ajudar divulgando entre os alunos de vocês? “Thank you SOOOOO much!”

Desde já, estamos na torcida por todos! #SoDamnTrue #FicaDica #Enem #GoodLuck 🍀🍀🍀🍀

Kisses!!!! 😘
Alexandra Simões Andrade.