Dica de Inglês

Como se diz “jogar conversa fora” em inglês?

 

Hoje em dia, as formas de se “jogar conversa fora” estão mais variadas. Pessoas conversam a todo instante trocando mensagens de texto, usando o MSN, Facebook, Twitter, e diversas outras redes sociais. Mas ainda há aqueles  (como nosso amigo na figura acima) que preferem um bom bate papo daqueles bem informais ao vivo e em cores. Você é um desses?

Em inglês, para se dizer “jogar conversa fora” usamos a expressão shoot the breeze. Outra expressão informal que tem o mesmo significado é chew the fat. Interessante como há várias formas de se dizer a mesma coisa, não é mesmo? Dê uma olhada no exemplo:

“Do you like to shoot the breeze?”

“Yep! I really enjoy spending my Saturday evenings drinking beer and chewing the fat.”

“Você gosta de jogar conversa fora?”

“Sim! Eu adoro passar as noites de sábado bebendo cerveja e jogando conversa fora.”

Gostou? Deixe-nos um comentário e diga se há expressões que você gostaria de saber e ver por aqui, OK? Até a próxima dica! 😉

Veja também o Idiom: TAKE A RAIN CHECK

Veja também o Idiom: NAME THE DAY

Dica de Inglês

Expressão idiomática: TAKE A RAIN CHECK – Teacher, o que significa isso?

Como mencionamos em nosso primeiro post da página Dicas de Inglês, expressões idiomáticas são extremamente utilizadas na língua inglesa. A expressão que apresentaremos nesse post refere-se aos chamados “Idioms” metafóricos que fazem referência à cultura americana. Nesse caso, torna-se mais complicado estabelecer uma equivalência com o português, e os significados não são tão facilmente traduzíveis.                      

O bastante usual take a rain check teve origem no beisebol, esporte bastante popular nos EUA. Lá, quando chove e há uma partida, a mesma é adiada e os torcedores recebem o chamado rain check, em outras palavras, uma espécie de vale que lhes permite assistir ao jogo em outra ocasião. Daí o melhor significado para take a rain check ser “adiar”; “deixar para a próxima”.

Como no exemplo abaixo:

“How about going to the movies on Saturday?”

“I’m sorry. I’m busy on Saturday. Can I take a rain check?”

 

“Que tal irmos ao cinema no sábado?”

“Desculpe. Estou atarefado no sábado. Podemos deixar para uma próxima?”

[FONTE da figura: Bailey, Joe & Igreja, José R. A. American Idioms!: um guia prático e atual de expressões idiomáticas americanas, com os significados e usos. São Paulo: Disal, 2006. pág. 128.]

Veja também os IDIOMS: NAME THE DAY e KICK THE BUCKET

Dica de Inglês – Expressões Idiomáticas (IDIOMS)

Nosso Post começa com uma pergunta para vocês leitores:

Quem já passou pela situação abaixo (ou por uma bem semelhante)?

Um aluno, durante a aula de inglês, vai até o professor e pergunta: “Teacher, o que significa ‘NAME THE DAY’? O professor pergunta sobre o contexto, pois lhe parece ser uma expressão idiomática. O aluno diz que tais palavras “fazem parte de uma música” que ele não lembra o nome, apenas o cantor. O professor então diz que vai checar a “expressão” no dicionário para ter certeza do significado e que lhe responderá na aula seguinte. O aluno agradece, mas ao retornar ao seu lugar comenta com um colega “Ele não sabe!”.

Você (aluno) já passou por isso? E você professor? 

Acreditamos que todos que participam ou participaram de um ambiente de ensino/aprendizagem de línguas já passaram, em algum momento, por uma situação semelhante à essa. “NAME THE DAY” é uma expressão idiomática ou como chamada em inglês, um IDIOM ou IDIOMATIC EXPRESSION. Seu significado é: marcar a data do casamento. Veja o exemplo:

Have you already named the day?

(Vocês já marcaram a data do casamento?)

Muito provavelmente, ao responder ao aluno sobre a expressão na aula seguinte, o professor ouvirá algo do tipo: “Mas casamento não é wedding?” ou “Mas day significa ‘dia’, não é?” Esse é o problema com as expressões idiomáticas. Não se pode traduzi-las ao pé da letra, pois não farão sentido algum.

Idioms ou Idiomatic Expressions (Expressões Idiomáticas) são aquelas expressões que ao serem traduzidas literalmente (palavra por palavra) não fazem sentido. É preciso conhecê-las para saber qual(ais) expressão(ões) em português terá(ão) um sentido semelhante ao sentido em inglês. Outro exemplo é a expressão KICK THE BUCKET. Ao traduzi-la ao pé da letra, tem-se “chutar o balde”; porém, KICK THE BUCKET significa “bater as botas” (ou seja, morrer).

 Veja no exemplo:

His sister kicked the bucket last month.

(A irmã dele bateu as botas no mês passado.)

Bom, o intuito desse Post é mostrar que as expressões idiomáticas são extremamente importantes para aqueles que estão aprendendo inglês como LE e importam-se em falar fluentemente, pois elas são amplamente utilizadas pelos nativos da língua. Cabe dizer também, que as chances de você aprender todos os IDIOMS existentes em inglês são muito pequenas. Daí a necessidade de estar sempre lendo e estudando sobre tais expressões. Viram o porquê de termos essa página de Dicas de Inglês em nosso Blog? Esperamos que vocês tenham gostado da dica! 😉

Alexandra & Strawberrybells.

* Para você que é aluno, fica a dica: seu professor não é um dicionário ambulante! Ele/Ela, com certeza, não conhecerá todas as palavras e/ou expressões que você levará para a sala de aula. Assim como você também não conhece todas as palavras de sua própria língua – o português, certo? Então, “be nice!”

Dicas de Inglês

HELLO, EVERYBODY!

Nessa página, você encontrará dicas sobre o ensino/aprendizagem de inglês como Língua Estrangeira (LE).  Incluiremos diversos assuntos, tais como: os diferentes métodos e abordagens de ensino; as novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC); o “tão odiado” (porém necessário) ensino de gramática; as diversas estratégias de leitura, que tanto auxiliam os vestibulandos; and so on…

Se você é aluno de inglês, tanto no colégio ou em escola de idiomas, certamente você descobrirá coisas realmente interessantes por aqui. Quer um exemplo? Vocabulário. Mas vocabulário daquele que você provavelmente não aprenderia em nenhuma das instituições acima, e que ainda assim é bastante utilizado no dia a dia. Você pode estar se perguntando: “Como assim?” Respondemos com uma pergunta: Você sabe como dizer “DAR A VOLTA POR CIMA” em inglês? E “NA HORA H”? Que tal o provérbio “DEUS AJUDA QUEM CEDO MADRUGA”? Pois é. É esse tipo de vocabulário que incluiremos aqui. Legal, não é?

Se você é professor de inglês,  esperamos deixar dicas valiosas sobre fatos culturais, expressões idiomáticas, “phrasal verbs”, provérbios e ditados populares, e até uma seção especial de #VocabulárioDeSéries, que claro, agrada a maioria de nossos alunos! Não poderíamos deixar canções de fora, não é mesmo? Afinal de contas, todo aluno adora uma “musiquinha” na aula de inglês. Porém, nossas dicas de letras de músicas virão sempre acompanhadas de atividades pedagógicas que possam, de alguma forma, ser encaixadas à certos conteúdos programáticos, além da tradução. Esperamos que nossas ideias possam ser somadas às ideias de vocês tornando as aulas mais criativas e dinâmicas.

Sintam-se à vontade em perguntar, tirar dúvidas, comentar, e claro,

ENJOY!!!

Alexandra e Strawberrybells.

TIC na Educação

Você já ouviu falar em TIC? Se isso ainda não aconteceu, não se sinta frustrado, pois com certeza as TIC já fazem parte da sua vida mesmo sem você saber. TIC é a abreviação para o termo Tecnologias da Informação e da Comunicação. De forma a iniciar esse artigo sobre as TIC, primeiramente introduzirei o termo Tecnologia Educativa. 

O termo Tecnologia Educativa tem já alguma tradição no mundo anglo-saxônico. É um domínio da educação que teve suas origens nos anos 40 do século XX e foi desenvolvido por Skinner na década seguinte com o ensino programado (cf. Skinner, 1953, 1968). O termo não se limita aos recursos técnicos usados no ensino, mas a todos os processos de concepção, desenvolvimento e avaliação da aprendizagem. Em 1994, tendo em vista estabilizar a terminologia usada neste domínio, os termos Educational Technology e  Instructional Technology surgiram como sinônimos, referindo‑se “à teoria e prática do planejamento, desenvolvimento, utilização, gestão e avaliação dos processos e recursos da aprendizagem” (cit. Thompson, Simonson & Hargrave, 1996, p. 2).

Esta definição tem em conta o que é considerado o domínio da Tecnologia Educativa que engloba três subdomínios que vão influenciar o aluno e sua aprendizagem. São eles:

1) as funções de gestão educacional;

2) as funções de desenvolvimento educacional; e

3) os recursos de aprendizagem.

Percebe-se, que o termo Tecnologia Educativa encontra-se enraizado numa tradição anglo-saxônica que valoriza a instrução e é influenciada pela teorização produzida no âmbito da psicologia da aprendizagem, nomeadamente pelas teorias comportamentalistas e cognitivistas, e mais recentemente pelas teorias construtivistas. Outras das inspirações teóricas do domínio da Tecnologia Educativa são a Teoria dos Sistemas e a Teoria da Comunicação (cf. Thompson, Simonson & Hargrave, 1996).

O termo Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) refere‑se à conjugação da tecnologia  computacional ou informática com a tecnologia das telecomunicações e tem na Internet e mais particularmente na Worl Wide Web (WWW) a sua mais forte expressão. Quando estas tecnologias são usadas para fins educativos, nomeadamente para apoiar e melhorar a aprendizagem dos alunos e desenvolver ambientes de aprendizagem, podemos considerar as TIC como um subdomínio da Tecnologia Educativa.

Alguns autores preferem utilizar os termos Novas Tecnologias da Educação (NTE) e Novas Tecnologias da Informação e Comunicação (NTIC). Particularmente, ambos parecem‑me redundantes, pois a referência à novidade nada acrescenta à delimitação e clarificação do domínio. Mais ainda, o que é novo hoje deixa de o ser amanhã.

Iniciar esse texto sobre as TIC remete-me à questão da Literacia Informática. Tal termo pode ser definido como “o conjunto de conhecimentos, competências e atitudes em relação aos computadores que levam alguém a lidar com confiança com a tecnologia computacional na sua vida diária” (McInnerney, McInnerney & Marsh; Soloway, Turk & Wilay, apudTsai & Tsai, 2003, p. 48). Esta definição incluiu três termos que convém elucidar: primeiro, conhecimentos e competências sobre a tecnologia computacional; segundo atitudes positivas face a esta tecnologia; e terceiro ter confiança para usar os computadores sem grande ansiedade. Por isso, o objetivo da literacia informática deveria ser apoiar os professores e os estudantes a iniciar ou melhorar as suas competências e conhecimentos nesta área, desenvolver atitudes positivas face ao computador e à Internet e diminuir a ansiedade face ao seu uso e aprendizagem. Deveria ainda apoiar, principalmente os professores, a analisar criticamente a evolução das tecnologias e seus campos de aplicação.

Ao iniciar a questão da literacia informática, torna-se praticamente necessário discutir as diferentes gerações hipermidiáticas existentes. As chamadas gerações 0.0, 1.0 e 2.0. E essa questão, pela importância do assunto, fica para o próximo post.

Até lá! 🙂

Alexandra.

REFERÊNCIAS

SKINNER, B. F. (1968). The technology of teaching. New York: Appleton Century Crofts.

_________. (1953). Science and human behavior. New York: Macmillan.

THOMPSON, A. d.; SIMONSON M. R. & HARGRAVE, C. P. (1996). Educational Technology: A review of the research (2nd ed.). Washington, d. C.: Association for Educational Communications and Technology (AECT).

TSAI, M. &  TSAI, C. (2003). Students computer achievement, attitude, and anxiety: the role of learning strategies. Journal of Educational Computing Research, 28, 1, pp. 47‑61.