Minicurso sobre “Mobile-Learning” – Can you help me? 😉

Hello, everyone! Long time no see, huh? Hope this meets you all fine!

Esse post é, na verdade, um pedido de S.O.S. 😉

Queridos amigos/colegas professores, alunos que já estão trabalhando em sala de aula, ex-alunos de Letras, ou a quem mais possa interessar.

No ano passado, preparei e apresentei vários Workshops sobre MobileLearning ou Aprendizagem Móvel. Sim, foram alguns, acho que uns 6 ou 7, sendo que três deles foram apresentados fora do país (2 em Londres e 1 em Buenos Aires). 

Em cada um, procurei incluir aplicativos e atividades diferentes. Primeiro, e meio óbvio, para não cair na mesmice. Segundo, porque quando falamos sobre tecnologia, tudo fica obsoleto muito rapidamente. Mesmo disponibilizando aos participantes os slides e um hand-out que preparei para auxiliar nas atividades, muitos dos que assistiram, entraram (e ainda entram! 😳) em contato comigo, pois têm certa dificuldade na hora de “colocar a mão na massa” e preparar suas próprias atividades, de acordo com o conteúdo/livro que utilizam, ou seja, de acordo com suas necessidades. 

Por isso, estou pensando seriamente em montar um minicurso sobre o tema (M-Learning / Aprendizagem Móvel). Gostaria de contar com a ajuda de vocês através de respostas para duas perguntas que farei mais abaixo, certo? 😍

O que VOCÊ (professor ou futuro professor, seja dos contextos público e/ou privado, e/ou ambos) gostaria de encontrar num minicurso sobre M-Learning?

Algumas das ideias/sugestões que já recebi de colegas mais próximos contam com: 

-Uso de Google Cardboards em sala de aula. ✔️ (Com certeza, isso precisa entrar! Uso bastante, e é sucesso garantido com os alunos, além de poder ser usado com diferentes propósitos);

-Como preparar e utilizar Qr Codes com propósitos diversos em sala, até mesmo para auxiliar no feedback deixado para os alunos nos exercícios e nas provas que eles fizerem. ✔️ (Com certeza, também precisa estar presente no conteúdo. Aliás, as dicas sobre Qr Codes em sala estão mais atualizadas e frescas do que nunca 😉);

-Como preparar EMOJIGRAMS e utiliza-los como atividades de revisão, ice-breaker/warm-up, e (meu predileto) para auxiliar no ensino de “phrasal verbs” (aqueles que estão na unidade que você irá lecionar, claro! 😉). ✔️ (Esse também é um dos hits/queridinhos dos alunos no momento. Não dá pra ficar de fora!);

-Como preparar e usar “Rebuses” na sala, também para atividades diferenciadas, que buscam dinamismo e criatividade. Em outras palavras, uma forma interessante de “fugir da mesmice” que alguns Lesson Plans nos exigem/impõe. ✔️ (No semestre passado, foi sucesso com todas as turmas onde usei. Também vale a pena entrar!);

-Plataformas de Writing, que auxiliam tanto na escrita (e reescrita pelos alunos, sim, refiro-me aos famosos Drafts), quanto na correção do professor. ❓ (Será uma boa? Eu, particularmente, uso bastante e gosto muitíssimo! É uma mão na roda tanto para professores quanto para alunos. Mas, às vezes, quando falo sobre isso com alguns colegas, sinto-me meio solitária, como se ninguém tivesse ouvido falar e como se fosse utopia. Não é! Eu uso mesmo!);

Google Tour Builder como ferramenta educacional e que auxilia na habilidade da escrita dos alunos de forma motivadora. ❓(Seria este ainda um bom ponto a ser trabalhado? Novamente, uso todo semestre, mas já não está meio batido? Ou ainda tem gente que nunca usou e/ou não sabe do que se trata? Não sei a resposta! Daí fazer essas perguntas e pedir esse Help por aqui 🤷🏼‍♀️);

-Uso do Kahoot! para auxiliar na preparação de exames internacionais, exercícios de revisão, warm-up, exercício de verificação da aprendizagem, etc. ❓(Novamente em dúvida, pois embora ainda receba perguntas/dúvidas sobre COMO preparar/usar um Kahoot!, hoje em dia seu uso está bem mais divulgado. Não seria esse ponto “a bit overrated”? Novamente não sei o que pensar. No treinamento de professores dessa semana, ainda encontrei professores que nunca tinham ouvido falar sobre essa ferramenta 😳);

-Como preparar Games utilizando o “good old” PowerPoint; PORÉM, de forma diferente, dinâmica e criativa. E o mais importante: incluindo o conteúdo que VOCÊ (professor) irá trabalhar. ✔️ (Acho esse item também/ainda imprescindível. HOJE mesmo, num treinamento de professores, ouvi de uma potencial colega de trabalho, que está em sala há mais de 10 anos, que ela tem muitas dificuldades para preparar coisas “normais/simples” utilizando o PowerPoint“. A ideia aqui, obviously, é a de ensinar como usar tal ferramenta de forma mais incrementada e de acordo com a necessidade do professor; entretanto, acredito que mesmo os que têm dificuldades em usa-lo ou, digamos assim, menos/pouca/nenhuma experiência com o programa, sairiam lucrando).

E as perguntas principais, que irão me ajudar seguem abaixo: 

☑️ O que vocês acharam das sugestões já recebidas (listadas acima)? Qual a opinião de vocês? Devem entrar no programa do minicurso (todas) ou você(s) retiraria(m) alguma(s) dela(s)? Caso afirmativo, qual/quais?

☑️ Most important, há alguma sugestão de outros aplicativos/atividades que vocês incluiriam? Por exemplo, Quizlet, Padlet, and so on?

Bom, it goes without saying, que a intenção é a de não apenas demonstrar as atividades (e utiliza-las com os participantes, como comumente acontece em Workshops), mas mais importante, demonstrar e auxiliar os professores a prepararem/desenvolverem suas próprias atividades, adequando-as às suas necessidades/realidades. In other words… É para sair sabendo como fazer. 

E aí, guys? Será que vocês podem me ajudar? Please⁉️⁉️⁉️

Aproveito para agradecer desde já, e  informar que compreendo o quão corrida a vida de cada um aqui é. Entenderei caso ninguém (ou pouquíssimos) me responda(m). Vou chorar só um pouquinho em posição fetal e deitada na minha cama, mas vou entender e superar, ok? 😢
😂😂😂😂😂😂😂😂😂

Falando sério, obrigada mesmo, desde já! 
Alex. 😘
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Gíria: “Photobomb” – Alguém já fez isso com você? E você? Já fez também?

Olá, pessoALL!

Como faz tempo que não incluímos nenhuma gíria nova por aqui, essa semana escolhemos uma que vem sendo cada vez mais usada por falantes da língua inglesa.

E aí? Você já ouviu falar em PHOTOBOMB? Temos certeza de que pelo menos uma vez na vida alguém já fez isso com você, assim como você, muito provavelmente, também já “retribuiu o favor” à essa pessoa.

Vejamos a imagem abaixo. 😉

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A gente que vê a foto e está totalmente de fora da situação, tem como primeira reação achar a foto engraçada. Agora, será que os noivos tiveram essa mesma opinião? Difícil de ter certeza, não é? Principalmente com os preços dessas festas cada vez mais faraônicas e com a quantidade de convidados que só aumenta…

Então vamos ao significado de  PHOTOBOMB. Não há em português uma palavra específica para essa gíria. “To photobomb” significa “estragar” a foto de alguém ao aparecer na hora exata do click do fotógrafo. Às vezes, isso pode acontecer por pura obra do acaso, outras não. A pessoa faz isso de propósito. E sim! Tem gente que AMA “aparecer” e, literalmente, arruinar com as fotos alheias…

Tadinha dessa menina, gente!

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Eu teria vergonha (alheia) dessa foto pro resto da vida… lololol… Embora constrangedora, o problema aqui foi mais da pessoa que fotografou. Se houvesse um pouquinho mais de atenção nas girafas… Bom, deixem pra lá!

O fato é que nem todo mundo se sente envergonhado quando o assunto é “photobomb”. O ator Benedict Cumberbatch, por exemplo, muito famoso pela garotada por seu papel como Sherlock Holmes na série de TV Sherlock da BBC, sempre que pode “photobomb” (e aparecer) não perde a oportunidade de forma alguma! Vocês devem lembrar desse clássico e hilário momento quando ele “photobombed” (sim, o passado é regular com –ed) o U2. Logo depois, vários memes foram criados com ele “photobombing” praticamente todo mundo. Inclusive, a assessoria de imprensa de Bono, vocalista do U2, tuitou sobre a situação levando tudo na brincadeira e até dando a entender que a banda havia ficado honrada em ter um ator do calibre de Cumberbatch “brincando de aparecer” numa foto com o U2.

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“Cumberbatch photobombing the Beatles?!” Épocas um pouco diferentes, não? 😉

E no círculo dos famosos há várias celebridades que adoram “photobomb”! Até príncipe! Não acreditam?  A gente tem prova!

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Alguém explica o que deu no príncipe Harry? Ele não parece muito bem… lololol… Também, tadinho, né gente? Com tanto repórter atrás dele o tempo todo desde tão jovem, ele tem mais é que “photobomb” tudo quanto é foto em que ele venha a aparecer. #JustSaying

Demos vários exemplos, incluímos fotos, mas nenhum exclusivamente em inglês. Então, lá vamos nós: 😉

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Alguns “photobombs” ficam realmente feios e deixam a foto ruim, não tem jeito. Mas, felizmente, há também aqueles “photobombs” involuntários e inesperados e que acabam dando um ar super especial à foto. Olhem a carinha desse cachorro!

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Como não amar essa carinha de “também quero participar, poxa”! “What a wonderful PHOTOBOMB!”

E aí? Ainda queremos respostas para as perguntas do nosso título! E vocês?

See you, guys! 💙💙💙💙💙
Alexandra S. Andrade.

Pontuação & Símbolos em Inglês (Parte 2)

E conforme prometido em nosso último post, hoje nós voltamos com os símbolos que ficaram faltando.

“Well”, na verdade, acabamos trazendo uma outra figura, essa bem mais completa e não apenas com os símbolos não incluídos da outra vez. A proposta foi tentar facilitar tanto para professores (os que quiserem utilizá-la em sala com seus alunos), quanto para alunos de língua inglesa (especialmente os que estão sempre de olho em nossas dicas e curtem nosso Blog ;)).

Dessa forma, trouxemos alguns dos símbolos já apresentados (no post anterior, em geral os mais usados) E os que faltaram; porém, todos no mesmo quadro.

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Chamamos a atenção do leitor para o (#) number sign. Você pode se questionar: “Mas esse não é o chamado ‘jogo da velha’? Mais conhecido hoje em dia por ‘hashtag’?” Sim! É que antes de começar a ser extremamente utilizado na Internet para criar tendências em redes sociais, por exemplo, o ‘jogo da velha’ sempre foi utilizado (em língua inglesa, pelo menos) para designar numerações.
Por exemplo:
n#1 = number 1 > n°1 = número 1
n#5 = number 5 > n°1 = número 5

Com a era digital, o number sign também ficou conhecido como hashtag. E claro, o contexto dirá quando chamá-lo de uma forma ou de outra.
#FicaDica #DicaPalavrasNossas 😉

Outra observação pertinente diz respeito ao ponto. Em inglês, o mais comum é utilizarmos o termo period, como no quadro. Embora não apareça por lá, o termo full stop também é utilizado quando se pretende terminar o parágrafo ou a escrita, ou seja, como ponto final.

Entretanto, no caso específico da Internet, o ponto utilizado em endereços eletrônicos é chamado por dot. Quem tem ou já teve a oportunidade, por exemplo, de assistir a canais como a CNN Internacional ou a BBC de Londres deve lembrar dos vários comerciais (de seus próprios websites) que são repetidos a todo instantee sempre com a terminação “dot com”, ou melhor: .com

Então, já viram, não é? Em certos casos, até mesmo para símbolos e pontuação em inglês, devemos levar em consideração a possibilidade de uma “collocation”. Ou seja, de forma breve e rasa, pode haver palavras/termos/símbolos que precisem ser utilizados (especificamente) com certos outros para que sejam considerados corretos. Como no último exemplo dado, o domínio “ponto com” em inglês (dot com) nunca é chamado de “period com”, pois ficaria incorreto. E até bastante esquisito, né? Mas isso já virou assunto pra outro post. Então, vamos ficando por aqui!

Novamente, esperamos que vocês tenham gostado do post e possam utilizá-lo de alguma forma!

🌹 See you around! 🌹
Alexandra S. Andrade (Equipe #PalavrasNossas)

Pontuação em Inglês – Como dizer “RETICÊNCIAS” e outros pontos? Você sabe?

Hoje nossa #dica é super simples, porém bastante útil para quem estuda língua inglesa. Para os amigos professores, o post inicia e propõe certa reflexão que espero que contribua para a “qualidade de vida” na sala de aula de vocês! 😉

Antigamente, “not so long ago, though,” fazíamos MUITOS ditados em sala com nossos alunos. Como sempre, alguns adoravam tal atividade, já outros a detestavam. O fato é que quando o ditado não era de palavras soltas, mas de frases ou até textos, tínhamos uma ótima oportunidade de apresentar os símbolos de pontuação em inglês aos alunos, e até incluí-los e fazer com que eles os utilizassem nos ditados. [Fato que (pode) ocorre(r) até os dias atuais, diga-se de passagem]

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Entretanto, hoje em dia, a prática de fazer ditados em sala de aula vem diminuindo. Em um mundo repleto de novas tecnologias e com nossos alunos cada vez mais antenados e conectados, muitas vezes, nós professores, optamos por atividades que se demonstrem mais “interessantes” aos olhos de nossos pupilos, certo? E nesse emaranhado de tentativas e reflexões em busca do que pode funcionar melhor em nossas salas de aula, certas vezes acertamos, e outras nem tanto. Até porque, nem tudo que funciona para uma turma, funciona para outra de mesmo nível, com alunos na mesma faixa etária. Embora um pouco frustrante, fica simples se a gente parar e pensar que lidamos com seres humanos e que somos todos diferentes, não tem jeito!

Mas voltando ao ponto, nosso post de hoje teve como motivação o pedido de uma aluna em sala. E como a situação foi pessoal, passo a utilizar a primeira pessoa do singular, pois o pedido foi dirigido à mim. Ela foi super direta:

“Teacher, sei que não tem nada a ver com a matéria, mas no final da aula, você pode me ensinar a pontuação em inglês?”

Primeira coisa que pensei? Ela deve querer saber como dizer “barra”, “ponto” ou algo do tipo. Em outras palavras, pensei que ela quisesse saber algo mais utilizado na Internet (como o famoso “ponto” que vira “dot”). E pra minha surpresa, ela queria saber a pontuação considerada básica mesmo (como a do nosso quadro). Por isso o post e a reflexão, que compartilho com vocês no formato de pergunta:

Como temos incluído esse assunto em nossas aulas?

Percebi e depois agradeci à minha querida aluna (pois foi ela quem me abriu os olhos para isso), que provavelmente, na busca por atividades “intergaláticas” e inesquecíveis para meus alunos (kkkkkkkkkk…), acabei deixando algo simples de lado, pois sempre que pensava em pontuação, pensava em ditados. Nada contra os ditados, hein, gente! Please! Eles só não fazem mais parte (mesmo) de minhas aulas com determinados níveis.

A questão é que estamos sempre tentando facilitar o aprendizado, gerar mais interesse, motivação etc. E nesse sentido, um ditado (em geral) não é lá uma daquelas atividades que deixa a maioria dos alunos empolgados. Pelo menos, algumas faixas etárias (vide PS abaixo, ok?). E o que mais marcou no final foi o “sei que não tem nada a ver com a matéria”. Achei carinhosa essa preocupação dela. E pensei: você (aluno) estuda inglês, você (aluno) paga o curso, e você (aluno) deveria se sentir no direito de me ajudar a incluir pontos de seu interesse a serem abordados nas aulas. Pensemos! Se eu levo pra aula assuntos/pontos que meus alunos QUEREM aprender, não estaria eu motivando a aprendizagem e facilitando-a ao mesmo tempo? Mesmo que aquele ponto/assunto NÃO esteja em meu “Teacher’s Manual” ou “Lesson Plan”? 😉

Ahhhhh! Agora, possivelmente toquei em certas (antigas) feridas ou taboos… E isso acabou virando assunto pra outro post, pois esse já está enorme. Mas prometo que continuarei o assunto! Pois ando pensando e refletindo bastante sobre a observação de minha aluna. Principalmente no que diz respeito ao que realmente “tem a ver com a aula” ou não.

Ficam então a PONTUAÇÃO e, espero, a reflexão para os colegas de profissão!

Novamente, espero que o post seja de alguma valia aos que acessarem o blog, pois tudo que escrevemos vem sempre de experiências realmente vivenciadas, e parte do nosso coração acaba ficando por aqui. Característica de quem faz o que ama e com muito prazer. 💖

E ficam também duas observações:
PS1:
Já fiz muito ditado de estrela! Daqueles que valem um presente para quem tiver mais estrelas no final do semestre. 😉 Até hoje, se pintar alguma turma de “Kids”, faço ditados e numa boa! Mas dependendo do nível e da idade dos alunos, não rola mais. Sou dessas! Amo confeccionar diplomas de “Star Students”. 🌟🌟🌟🌟🌟
PS2:
Faltou no quadro e por isso incluímos no título do post – RETICÊNCIAS = ELLIPSES. 😉

Abraços carinhosos,

Alexandra & Juliana Simões Andrade.

(Equipe #PalavrasNossas)

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Você já teve um “BAD HAIR DAY”?

Hoje nosso post começa com uma pergunta (e temos CERTEZA que, pelo menos, as meninas de plantão irão se identificar):

• Sabe aquele dia em que você acorda pela manhã e quando vai pentear ou escovar o cabelo ele simplesmente NÃO FICA LEGAL de jeito nenhum? Você tenta um creme aqui, um hidratante acolá, uma pranchada de leve, um secador na franja, enfim, você tenta de tudo, mas naquele dia, mesmo com todas as suas tentativas e esforços, a sensação que você tem é de que o universo está conspirando para que seu cabelo fique uma “porcaria” pelo resto do dia.

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Baseadas nessa situação e em outra que ainda vamos mencionar,  escolhemos fazer o post de hoje sobre a famosa expressão “BAD HAIR DAY”. Afinal (especialmente meninas que têm cabelo longo), quem nunca, não é mesmo?

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Há pouco tempo atrás o Príncipe William revelou em uma entrevista que sua digníssima e lindíssima esposa, a duquesa Kate Middleton, constantemente tem pesadelos em que está passando por um “bad hair day”, ou seja, como dito acima, ela sonha que seu cabelo não fica arrumado/direito/legal de jeito nenhum naquele dia. Há, dependendo da pessoa, formas diferentes de traduzir essa expressão. Ao pé da letra, seria como “o dia do cabelo ruim”.

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Porém, um “BAD HAIR DAY” também pode apresentar outro significado. Esse, um pouco mais forte, no sentido de ser mais negativo. Quando você ouvir alguém reclamando de várias coisas que deram errado no mesmo dia, pode ter certeza que essa pessoa teve um “bad hair day”.

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Em português, pode-se traduzir tal expressão como “um dia DAQUELES”, semelhante à uma outra expressão também usada em inglês e até mais literal: “one of those days”. A diferença entre elas, como já dito, é o grau de intensidade que elas denotam. Em geral, as pessoas preferem traduzir:

“I’m having such a BAD HAIR DAY” por
“Estou tendo UM DIA DE CÃO“.

Que realmente é mais forte do que “um dia daqueles”. Mas não nos esqueçamos: vai da situação, da escolha pessoal do falante, do contexto etc.

E aí? Gostaram da dica? Esperamos que nenhum leitor esteja num “bad hair day” hoje, qualquer que seja o significado! 😉

See you around!
(Equipe #PalavrasNossas)